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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Outubro Rosa - Campanha de prevenção ao câncer de mama

Câncer, neoplasia ou tumor maligno é o crescimento rápido e desordenado do número de células, que adquirem a capacidade de se espalhar para outras partes do corpo.
O câncer de mama, como o próprio nome diz, afeta as mamas, que são glândulas formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários. É o tumor maligno mais frequente em mulheres e o que mais leva as brasileiras à morte, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Ele também pode ocorrer em homens, mas em número bem menor.
Relativamente raro antes dos 35 anos, acima dessa idade sua incidência cresce rápida e progressivamente. Atenção: nem todo tumor na mama é maligno! A maioria dos nódulos detectados na mama é benigna, mas isso só pode ser confirmado através de exames. Quando diagnosticado e tratado ainda em fase inicial, isto é, quando o nódulo é menor que um centímetro, as chances de cura do câncer de mama chegam a até 95%. Tumores desse tamanho são pequenos demais para ser detectados por palpação, mas são visíveis na mamografia. Por isso é fundamental que toda mulher faça uma mamografia por ano a partir dos 40 anos.
Ainda não se sabe ao certo o que causa o câncer, de forma geral. Portanto, seu desenvolvimento é ligados a série de fatores de risco, alguns deles modificáveis, outros não.
O histórico familiar é um importante fator de risco para o câncer de mama. Mulheres com parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) que tiveram a doença antes dos 50 anos podem desenvolver a doença. No entanto, o fator hereditário explica apenas 10% dos casos de câncer de mama.
Entre outros fatores de risco não modificáveis estão o aumento da idade, a primeira menstruação em idade precoce, a menopausa tardia, o fato de nunca ter engravidado ou ter tido o primeiro filho após os 30 anos.
Já os fatores de risco modificáveis estão relacionados ao estilo de vida, como o excesso de peso e a ingestão regular (mesmo que moderada) de álcool. Modificá-los diminui o risco de desenvolver a doença. No entanto, a adoção de um estilo de vida saudável nunca deve excluir as consultas periódicas ao ginecologista, que incluem a mamografia anual a partir dos 40 anos.
Se no momento do diagnóstico o tumor tiver menos de um centímetro (estágio inicial), as chances de cura chegam a 95%. Quanto maior o tumor, menor a probabilidade de vencer a doença. A detecção precoce é fundamental na luta contra o câncer de mama.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Dia do meio ambiente - 5 de Junho

Cuidar do planeta é dever de todos!
E se cada um fizesse a sua parte? Certamente haveria uma melhora significativa na qualidade de vida de todos. Que tal começar com uma pequena mudança, e ir aumentando aos poucos? 
Há anos evito ao máximo trazer sacolas de plástico do supermercado, de lojas, farmácia, feira... tenho sempre em minha bolsa uma ou duas sacolas de tecido, bem dobradinhas. É um pequeno gesto, que já poupou o planeta de muitas sacolinhas, e chamou a atenção de muitas pessoas - que podem ter aderido à idéia, ... ou não, ainda! 
Separo e encaminho o material reciclável que iria para o lixo de minha residência. 
Vamos lá! É por nós mesmos, afinal! E a natureza retribui com tanta beleza e generosidade!


Links de postagens deste blog sobre o assunto:

mais respeito por nosso planeta:  Jogar fora não existe!
vamos plantar mais: andando e semeando...


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Doação de medula óssea - cadastre-se e salve vidas!

"Para ser um doador, além da sua vontade, é preciso ter entre 18 a 55 anos e estar com boa saúde (diabéticos e hipertensos também podem doar) e não há peso mínimo como para os doadores de sangue.
Através de uma pequena amostra do seu sangue (5 ml) são realizados testes que determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre doador e paciente. Verificada a compatibilidade só aí o doador é convocado para fazer a doação.

Muitos imaginam que retiram toda nossa medula, mas na realidade é extraído menos de 10% (e ela recompõe-se rapidinho, em torno de 15 dias). Há duas formas de coleta: pode-se retirá-la através de uma agulha inserida próximo à bacia, ou ainda pela veia, depois de ingerida uma medicação que faz as células da medula migrar para o sangue periférico.

Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro, mas para o paciente, será a diferença entre a vida e a morte."

Para saber onde se cadastrar para ser um doador, consulte:

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Semeando flores - vamos colocar mais cor no nosso planeta!


Bombas de sementes
Para fazer brotar plantas e flores em canteiros e terrenos abandonados que precisem urgentemente de algum verde:

1. Misture num balde duas partes de sementes e três de adubo e depois acrescente cinco partes de argila em pó.

2. Jogue água e misture até formar uma massa úmida. Enrole bolinhas de cerca de 2 centímetros.

3. Saia pelas ruas e jogue cuidadosamente essas bolinhas em canteiros e praças degradadas.
            4. As "bombas" carregam nutrientes suficientes para que os brotos comecem a crescer em solo pobre - é só esperar as próximas chuvas.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Michael Jackson -Earth Song

"Earth Song" - música que trata do desmatamento, das guerras, da matança de animais...enfim, da destruição do planeta pelos seres "humanos".
Nesta versão, com legenda em português.

Vale a pena ver e ouvir.



https://www.youtube.com/watch?v=XAi3VTSdTxU&list=RDXAi3VTSdTxU&start_radio=1&t=0

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Jogar fora não existe!

 Por Danilo Pretti Di Giorgi
Ouvi recentemente o economista Hugo Penteado, dono de um excelente blog, questionando a idéia de “jogar algo fora”. Ele lembrou como temos o estranho costume de olhar o planeta como uma grande lata de lixo onde podemos descartar tudo.
O “fora” na verdade não existe, se considerararmos que estamos todos “dentro” da Terra e que daqui não podemos sair, apesar dos delírios tecnológicos tão apreciados pelos que defendem a manutenção e até mesmo a ampliação dos níveis de produção e consumo atuais.
Muito daquilo que produzimos e transformamos a partir dos recursos retirados do planeta vai continuar nos acompanhando na nossa caminhada.
Aquela garrafinha de PET – uma maravilha da engenharia que teria perfeitas condições materiais de continuar sendo reutilizada por muitos anos – não vai “desaparecer” dentro da lata de lixo depois de consumido seu conteúdo. Vai continuar presente, num lixão, testemunhando como nós a passagem do tempo, e por um período de tempo muito mais longo do que a duração de nossa vida.
Para quem consegue compreender a idéia da Terra como “nossa casa”, é apenas uma questão de escala a diferença entre nossos lares e o planeta. Afora a questão do tamanho, não há maiores diferenças. O terreno onde está construída a casa onde moramos é limitado. É a mesma coisa com a nossa casa-planeta, o único lugar conhecido onde nossa espécie tem condições de sobreviver.
Mesmo assim, apenas uma minoria parece estar realmente preocupada com as conseqüências ambientais da sociedade do consumo, que a cada ano produz uma quantidade de lixo maior, sem nenhum tipo de cuidado de larga escala com o seu tratamento. É inacreditável que ainda se discuta a responsabilidade das indústrias sobre os resíduos dos produtos que fabricam. É incrível que se fale tão pouco em redução da produção e do consumo quando sabemos que nossos resíduos não desaparecem simplesmente quando o caminhão do lixo passa pela rua onde moramos.
Na realidade o lixo desaparece apenas de nossas vistas.
É desesperador, por exemplo, se dar conta de que a maior parte da população mundial sequer tem conhecimento dos perigos ambientais representados pelo descarte inadequado de pilhas e baterias e que por isso milhares delas continuam se encaminhando diariamente aos lixões.
Pior ainda é testemunhar que aqueles que têm acesso a essa informação e que têm sob sua responsabilidade a gestão pública não se dedicam a criar mecanismos sérios e efetivos para impedir que pilhas, baterias e outras fontes de venenos continuem contaminando irreversivelmente a terra e a água.
Por que cuidamos tão bem das nossas casas e tão mal do nosso planeta?
É difícil responder a essa pergunta, mas não é preciso ser nenhum gênio para perceber que estamos cegos, de cara na lama. Esse chafurdar, porém, se disfarça bem porque acontece ao mesmo tempo em que estamos envoltos numa aura de “modernidade” (no sentido besta do termo), cada vez com acesso mais facilitado a aparelhos eletrônicos de desenho futurista, cheios de luzinhas que fazem muita gente acreditar que o máximo da sutileza e da capacidade criadora humana está nas linhas arrojadas ou no acabamento interno de um automóvel de “alto padrão” ou numa ampla cobertura localizada em “área nobre” da cidade, montada com o que há de melhor na indústria da decoração de interiores.
Os que não vivem essa realidade, ou seja, quase todos, se alimentam do sonho de um dia vir a vivê-la ou da chance de ter acesso a pelo menos alguns desses ícones do consumo.
Transformamos-nos de cidadãos em consumidores.
E com isso vamos consumindo o que resta do planeta, como cupins roendo lentamente as 
estruturas de um castelo que um dia virá abaixo.

Outubro rosa

 Outubro Rosa é um esforço mundial para mobilizar a sociedade e principalmente a população feminina para o combate ao câncer de mama. Durante todo o mês de outubro, diversos eventos organizados pela Femama vão alertar sobre a importância da mamografia anual a todas as mulheres com mais de 40 anos para o diagnóstico precoce, buscando conscientizar um número cada vez maior de pessoas sobre os alarmantes índices da doença.

Outubro Rosa! Saiba mais clicando aqui.O Outubro Rosa nasceu há dez anos nas cidades de Yuba e Lodi, na Califórnia. Desde então, vários outros lugares do mundo vêm aderindo ao movimento, que tem como objetivo conscientizar as mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, doença que vai afetar a vida de mais de 49 mil brasileiras até o fim de 2009.

O Outubro Rosa vem transformando os mais conhecidos pontos turísticos do mundo. Diversos países já se engajaram no Outubro Rosa, como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, França, Grécia, Itália, Israel e Austrália, entre outros. Durante um mês, palestras e eventos públicos, estandes instalados em lugares de grande circulação, peruas equipadas com material educativo e monumentos e prédios históricos iluminados de cor-de-rosa lembram as mulheres da luta global contra o câncer de mama. Pela primeira vez, ações iguais às realizadas no restante do mundo acontecerão no Brasil em diferentes cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Porto Alegre e Brasília.

Para saber mais, clique no link:

http://www.mulherconsciente.com.br/