terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Rui Barbosa


"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." 
(Rui Barbosa)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

A poluição nossa de cada dia

Os supermercados de São Paulo, a partir do dia 25/01/2012, não mais fornecem sacolinhas plásticas aos seus clientes, como medida para diminuir a poluição
O assunto não sai mais dos jornais, telejornais, rodas de conversas. Todos acham um absurdo terem que levar uma sacola de pano quando forem fazer suas compras! (Temos todo direito de poluir, já que todos poluem!)
E-mails sobre os supermercados terem apenas a intenção de ganhar dinheiro com isto, já que cobrarão pelas sacolinhas 'ecológicas', que poluem menos, chegam à minha caixa de mensagens.
Será que os fabricantes das sacolinhas não estão perdendo bastante, também? Acho que foram eles que encheram a internet com estas mensagens, porque não é possivel que as pessoas não queiram apoiar esta medida, e exigir mais outras tantas, para melhorar a própria qualidade de vida!
Os problemas de descontrole com a temperatura do planeta, as 'novas' doenças, as pragas na lavoura, excesso de pesticidas... sabe que estão faltando insetos polinizadores?
Está tudo uma bagunça, e as pessoas estão fazendo questão da droga das sacolinhas, como se não pudessem mais viver sem elas!???
Em minha casa já utilizamos as sacolas retornáveis há mais de um ano, e ninguém morreu, nem teve crise de abstinência!
Lutem para que outras atitudes sejam tomadas, o mais breve possivel!
Porque tudo tem que ser um cavalo de batalha? Credo! Que má vontade!

Ah, sim, já ia me esquecendo... com tanta reclamação, os supermercados talvez tenham que fornecer 'de graça' a sacolinha biodegradável. Claro que o preço estará embutido nas mercadorias, e eu, que levo minhas sacolas de pano, vou pagar também!

Sandra Aguiar

A PARTIR DO PRÓXIMO AMANHECER!


Hoje “me dei um tempo” para pensar na vida. Na minha vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer, vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouquinho mais feliz.
Para começar, não vou mais olhar para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir. Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim  e então fazer deles um aprendizado para o “meu hoje”...
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria... E daí?
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas não vou tentar mudá-las.
Pode ser até que ficassem como eu gostaria que fossem, e deixassem de ser as pessoas que eu amo.
Isso eu não quero.
Mudo eu...
Mudo meu modo de vê-las.
Respeito seu modo de ser.
Mas não pense que vou desistir de meus sonhos!! Imagine!!!
A partir do próximo amanhecer, vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.
Mas vai ser diferente.
Não vou responsabilizar a mais ninguém por minha felicidade.
EU VOU SER FELIZ!!!
Não vou mais parar a minha vida porque o que desejo não acontece, porque uma mensagem não chega, porque não ouço o que gostaria de ouvir.
Vou fazer meu momento...
Vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!!!
Nunca mais darei muita importância aos problemas, que não tenho conseguido resolver.
A partir do próximo amanhecer, vou agradecer a Deus, todos os dias por me dar forças para viver,apesar dos meus problemas.
Chega de sofrer pelo que não consigo ter, pelo que não ouço ou não leio.
Pelo tempo que não tenho e até de sofrer por antecipação, pensando sempre, apenas no pior.
A partir do próximo amanhecer,só vou pensar no que tenho de bom.
Meus amigos, não precisarão me dar um ombro para chorar.
Vou aproveitar a presença deles para sorrir, cantar, para dividir felicidade.
A partir do próximo amanhecer vou ser eu mesmo.
Nunca mais vou tentar ser um modelo de perfeição.
Nunca mais vou sorrir sem vontade ou falar palavras amorosas por que acho que sei o que os outros querem ouvir.
A partir do próximo amanhecer vou viver minha vida...

SEM MEDO DE SER FELIZ.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O natal nosso de cada ano...

Quando eu era criança, lembro que em dezembro eu queria ir às igrejas (minha mãe sempre me levava à algumas, nesta época!) para ver o presépio.
Primeiro fazia o sinal da cruz e um momento de silêncio... Depois ficava reparando em cada detalhe do presépio e olhava com devoção para o menino na manjedoura. Que lindo! Como era, e ainda é, emocionante ver a representação daquela cena sagrada!
Tínhamos o nosso presépio em casa, bem simples, mas arrumado e mantido com muito carinho.

Hoje as crianças (de todas as idades), são “torpedeadas” por todos os lados pela figura do papai Noel.
Ele está ostensivamente presente em todos os lugares (vitrines, ruas, shoppings, casas, revistas, jornais, anúncios de tv), todos os anos, cada vez mais cedo. Nestes últimos anos, podemos vê-lo a partir do mês de outubro!

Na praça central de todo shopping, dificilmente não haverá um trono para o papai Noel, com o “bom velhinho” sempre a postos, distribuindo sorrisos, oferecendo colo e prometendo um presente.

Enquanto isto, na nossa igreja, o que se vê é um presépio sem menino Jesus! Um presépio sem sua figura principal!
Se o presépio é a representação do nascimento de Jesus... e se Ele não está... o que Maria,  José, os pastores, ... estão fazendo ali, naquela posição? Reverenciando um berço vazio?

Ah!...é para representar a nossa espera pela sua chegada!
... mas Ele não está junto de nós todos os dias, todos os momentos? Achei que sim. Jesus está presente em nossos corações, em nossas vidas, todos os dias – pelo menos deveria estar.

Estamos perdendo muito espaço! Um precioso espaço no coração e na lembrança de muitas crianças. Que pena!

Sandra Aguiar

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

refletindo...

"Você não pode confiar em seus olhos quando sua imaginação está fora de foco."   


(Mark Twain)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Recomeçando... sempre!

" Não existem erros, apenas lições. O crescimento é um processo de tentativa e erro: experimentação. As experiências que não deram certo fazem parte do processo, assim como as bem-sucedidas."